um pouco mais sobre mim menos

outubro 23, 2009 por jeronimosilvello

Imaginem um cara que toda a mãe quer para a filha. Imaginou? Tá! Pode esquecer porque, agora, vamos falar de outra pessoa: Jerônimo Silvello.

Decidi fazer jornalismo no primeiro ano do segundo grau quando o programa “cafezinho” da Pop Rock mal tinha estreado e era febre entre os adolescentes. Era a minha também. Desde então, esse modo de fazer jornalismo virou uma paixão. Claro que alguns adjetivos que me descrevem, entre eles, o curioso e o comunicativo, ajudaram nessa trajetória. O segundo, talvez, seja o mais próximo da minha realidade.

Por ironia do destino, comecei com um estágio na TV UNISINOS, ainda no primeiro semestre de faculdade. Depois, passei pela EPTC. Em agosto, minha vida mudou completamente. Larguei casa, carro, comida, roupa lavada, a companhia dos meus pais e irmãs, minha banda (na verdade, não larguei. Tô fazendo à distância), um estágio no grupo bandeirantes de comunicação, um pouco do sotaque porto-alegrense, entre outras coisas… por uma oportunidade na Central Globo de Jornalismo.

Pior que eu sempre quis rádio, pela proximidade com artistas, mas o mais perto que cheguei disso foi no curso da FEPLAN, em Porto Alegre.

construção civil e a evolução das cidades

dezembro 2, 2008 por jeronimosilvello

Contruir, ampliar, crescer. Esse, sem dúvida nenhuma, é o sonho de qualquer cidade metropolitana. Os municípios, através das prefeituras, investem milhões – às vezes bilhões – de reais todos os anos em projetos que ampliam o crescimento urbano. Algumas obras trazem benefícios para milhares de cidadãos, quando pronta. É o caso do viaduto Leonel Brizola, na zona Norte de Porto Alegre ou até mesmo o BarraShoppinSul, inaugurado recentemente na zona Sul da Capital.

Em São Jerônimo, por exemplo, os moradores da região tentam colocar em prática a construção de uma ponte que pretende ligar a cidade à triunfo, sob o rio Jacuí. Além de uma maior facilidade no acesso à região metropolitana e o progresso das indústrias, o projeto prevê também uma redução considerável no alto números de veículos que trafegam pela BR-116 e que geram cada vez mais congestionamentos.

Aeroporto Internacional Salgado Filho

Aeroporto Internacional Salgado Filho

De volta a Porto Alegre, para a copa de 2014 também está previsto uma série de adaptações no desenho urbano. A ampliação do aeroporto Internacional Salgado Filho, por exemplo. A Infraero está fazendo um levantamento da infra-estrutura aeroportuária necessária para atender à Copa de 2014.

A projeção do aumento da demanda em função da Copa deve se basear em diversas avaliações, entre elas a capacidade máxima do aeroporto. A ampliação do Salgado Filho não deve ser excessiva, para não haver desperdício de recursos financeiros públicos. Uma parte do movimento de passageiros escedente esperado em função do evento poderá ser atendida nas horas mais vazias do aeroporto, a outra pela folga de capacidade existente nos terminais.

Os primeiros efeitos dessa grande obra já podem ser vistos na Capital. Centenas de pessoas que moram na Vila dos Papaleiros e Dique vão ser deslocadas para outro local que já está em construção e que fica na margem da BR-290.

As obras da Copa podem iclusive trazer outros benefícios para a Capital Gaúcha. O turismo está entre os primeiros dessa lista de boas opções com a vinda da Copa do Mundo para Porto Alegre.

Não apenas na Capital – nem apenas sobre a Copa do Mundo – mas em diversos outros lugares, as obras são fundamentais para o crescimento urbano e da região onde é feita. Entre uma construção e outra, os benefícios são os mais variados e dependem muito do que está previsto para cada projeto.

google maps com a localização das obras

google maps com a localização das obras

Confira o mapa com a localização de alguns dos principais projetos que foram ou estão para ser desenvolvidos na Capital e na região carbonífera.

A arte de copiar e colar

novembro 20, 2008 por jeronimosilvello

A famosa dupla “ctrl c” e “ctrl v” deve ter surgido há muito tempo no jornalismo moderno. Provavelmente, um jornalista estava com muita pressa, na correria para fechar edição do dia seguinte de seu jornal local – emperrado por faltar apenas uma última coluna para encaminhar o conteúdo à impressão – acabou descuidando-se e copiou de algum site o material a ser publicado. Hipoteticamente, a partir daí, vários profissionais começaram a desenvolver e aprimorar essa técnica.

Os mais conservadores diriam que isso é “plágio”. Há quem diga que isso não é plágio. Os mais radicais diriam que é liberdade de imprensa, aquela que pensa na prestação de serviço e difusão da notícia. E tem aqueles mais irônicos achando que isso tudo está quase virando uma “arte”; e como “arte não é crime” está tudo liberado. Principalmente, porque a maioria das pessoas acredita que “um pecado apenas não a vai impedir de ir para o céu”.

“Devemos cortar o mal pela raiz”.

Na faculdade é onde começamos com esse vício. O meio acadêmico e o contato com os colegas servem de influência para os futuros jornalistas aprendem como fazer, desenvolver a técnica. “Uma vez não tem problema. Ninguém vai descobrir…”. A faculdade é o cenário perfeito para o início dessa atividade compulsiva. A fragilidade ocasionada pela correria de final de semestre é o momento certo para começar a fazer uso dessa prática. Aposto minha futura carreira como todos os estudantes – meus colegas – já entregaram um trabalho, aos 44 do segundo tempo com a metade do conteúdo copiado. E as fontes são as mais diversas. Sites, livros, trabalho de outros colegas… na correria vale de tudo! Quanto mais fontes o trabalho tiver, menor a chance de alguém descobrir que foi plágio.

g1 a "versão oficial"

g1 a versão oficial

A arte vai a fundo também no mercado de trabalho. Navegando pela internet esta manhã, buscando notícias sobre as novas tecnologias – um gosto que adquirido na cadeira de jornalismo on-line – achei um exemplo prático dessa atividade, no site do clicrbs. Eles publicaram uma matéria falando sobre a nova ferramenta que o orkut vai disponibilizar para os internautas e usuários da rede de relacionamentos. Só que os “jornalistas do clic” também estudaram na escola da “plagiação” e copiaram quase na íntegra o que foi publicado no site do G1, da globo. É um recorta e cola na cara-dura. Pior que nem adapataram à linguagem sulista.

“Deus me livre desse jornalismo falcatrua”.

De que forma o progresso interfere na rotina

novembro 19, 2008 por jeronimosilvello

Para conluir a disciplina de jornalismo on-line, é necessário que os colegas formem grupos para desenvolver uma tarefa específica, usando os diversos recursos da internet. Google maps, fotos e vídeos estão na lista. No nosso caso, três pessoas da sala se reuniram para construir uma reportagem levantando as principais interferências que o progresso, através de uma grande obra, pode trazer na rotina das pessoas.

Em São Jerônimo, Michelle Raphaelli, pretende abrir a discussão sobre a construção de uma ponte que ligará a cidade à Triunfo sob o rio Jacuí. Que tipo de facilidades esse projeto pode trazer e´uma das questões. Além de uma maior facilidade no acesso à região metrpolitana, o progresso das indústrias e as pessoas que moram na região, o projeto prevê também uma redução considerável no números de veículos que trafegam pela BR-116. Por outro lado, há pessoas que ganham a vida com a balsa que auxilia na travessia do rio, bem como, pessoas que aquecem o comércio alimentício no trajeto da balsa. Na matéria será abordado de que forma a rotina dos moradores que moram na região pode ser afetada pela criação e finalização da ponte.

Em Porto Alegre o progresso também vai ser abordado. A matéria, desenvolvida por Diego Goulart, pretende tratar dos aspectos positivos e negativos de uma tendência de revitalização da zona Sul, a partir da implementação do BarraShoppingSul e do museu Iberê Camargo. As discuções a respeito do Pontal do Estaleiro Só são parte desta intenção, além da forma em que esses aspectos podem interferir na vida dos moradores da cidade, principalmente na zona Sul.

Outro ponto da Capital que também pode ser considerado como progesso é a ampliação do Aeroporto Internacional Salgado Filho para a copa de 2014. Centenas de pessoas que moram na Vila dos Papaleiros e Dique vão ser deslocadas para outro local que já está em construção. Eu pretendo abordar de que forma essa obra pode interferir na rotina dos moradores da região. Esse vai ser o terceiro ponto a ser abordado no trabalho. O viaduto Leonel Brizolla também trouxe uma nova rotina para os moradores de Canoas e motoristas que se deslocam pela zona Norte. Entre elas, e melhoria no acesso à Terceira Perimetral, via que liga a zona Norte a zona Sul de Porto Alegre.

Nossa idéia é esquentar o tema e proporcionar uma reflexão sobre os benefícios e malifícios da evolução urbana, em regiões onde o desenvolvimento pode, ou não, interferir no dia-a-dia dos cidadãos. A previsão é de que a reportagem vá ao ar no dia 02 de dezembro. Aguardem…

Público troca os livros pela diversidade da Feira

novembro 18, 2008 por jeronimosilvello
feira da diversidade cultural

feira da diversidade cultural

Terminou nesse domingo, 16 de novembro, a 54ª Feira do Livro de Porto Alegre. O evento, que teve início no dia 31 de outubro, foi marcado por uma grande circulação de pessoas e queda de 9% no total de livros vendidos em relação ao ano passado, segundo a Câmara Rio-grandense do Livro.

De acordo com a diretora do conselho fiscal da Câmara e proprietária da Editora Imprensa Livre, Karla Viviane, a queda nas vendas está relacionada ao catálogo das editoras. “Quem não mudou ou renovou o estoque dos livros, vendeu menos. No meu estande tive um aumento de 25% nas vendas, principalmente em função da diversidade das obras que coloquei à venda”, revela. A diretora disse que não concorda com os dados divulgados pela Câmara do Livro, mas reforça ainda que a falta de um “Best Seller” também ajudou a diminuir as vendas.

A queda no número de livros vendidos mostra que a Feira já não é mais só dos livros. A programação foi muito diversificada. Grande parte do público que freqüentou os 16 dias, além de passear pelos corredores, pôde acompanhar uma série de palestras, debates, oficinas, filmes, enfim, uma programação paralela à literatura e bastante variada. O que também deixa o evento mais atrativo.

Apesar de os números oficiais de Feira terem previsão de divulgação apenas para hoje à tarde, a assessoria de imprensa do evento acredita que a aula-espetáculo do escritor, dramaturgo e poeta Ariano Suassuna tenha sido o evento mais procurado neste ano. Quase mil pessoas acompanharam sua apresentação sobre as raízes brasileiras. No palco do Teatro Sancho Pança, Suassuna coordenou uma mescla de teoria, música, dança e artes plásticas com o apoio do Grupo Arraial. Ele contou piadas, causos e brincou com a platéia.

Papas da Lí­ngua e Chimarrus juntas

novembro 12, 2008 por jeronimosilvello
Chimarruts e Papas da Lingua

Chimarruts e Papas da Língua

No último domingo aconteceu, em Porto Alegre, uma reunião entre duas das melhores bandas de pop-reggae do Estado. Papas da Língua e Chimarruts estiveram juntas num show memorável que aconteceu no teatro do Bourbon Country. As duas bandas subriam ao palco juntas para encerrar em grande estilo a temporada do Estúdio Coca-cola Zero. Um projeto que une artistas de diferentes estilos em um mesmo espaço para mixar conteúdo e romper paradigmas musicais.

Quase uma semana antes da última edição em Porto Alegre, os ingressos já estavam esgotados, ou seja, teatro lotado no dia do show.

No Teatro, o primeiro show começou pontualmente às 18h. A Chimarruts abriu os trabalhos com um som impecável. No repertório, hits da curta carreira que já tem três álbuns: Chimarruts, Todos Somos Um e Livre pra Viajar, e o DVD Chimarruts ao vivo. No show, o público cantou todas as músicas. Uma coletânea escolhida a dedo, com canções que bateram bastante nas rádios, entre elas pra ela, deixa chover, iemanjá, saber voar, entre outras.

O ponto alto do show da Chimarruts foi em versos simples. Uma balada levada a voz e violão que está entre as mais pedidas na frequência jovem das rádios Fms, da Capital. A música, também cantada por todos, arrancou emoções do público e também da Tati Portela, vocal da banda, que discretamente enchugava uma ou outra lágrima que insistia em correr pelo rosto.

Papas da Lingua

Papas da Língua

Logo em seguida, veio Papas da Língua que já de cara fez toda a galera pular. Um show também recheado de hits. Todas as músicas, com exceção das que estão presente no novo cd intitulado disco rock, tiveram uma boa execussão nas rádios de todo o Brasil. Entre as músicas do show, estavam os grandes sucessos da banda vem pra cá e blusinha branca.

E como acontece em todas as edições, no final, as duas bandas subiram juntas no palco para tocar outra leva de músicas. Dessa vez, o repertório não ficou restrito às composições das duas bandas, foram além, e rolou até uma versão reggae para dia especial da Cidadão Quem, medo de amar da dupla Claus e Vanessa e sinceramente da Cachorro Grande. Além disso, duas músicas do grande ícone do reggae Bob Marley, onde o Rafa, vocal da Chimarruts, pôde incorporar uma performance muito semelhante a do ídolo.

O Estúdio Coca-cola lógica zero não deixa de ser uma grande jogada de marketing para promover o novo produto da coca-cola. Mesmo assim, o público daqui agradece. Principalmente, por ser uma mistura boa que nos dá a oportunidade de ver de barbada boas bandas num lugar que tranforma shows em espetáculos.

“antes do ponto final”

novembro 9, 2008 por jeronimosilvello

Uma coletânea de textos que serve como espaço para escritores divulgarem o próprio trabalho.

Sessão de autógrafos

Sessão de autógrafos

No início da noite de ontem, 08/11, centenas de pessoas passaram pelo salão do Memorial do Rio Grande do Sul para a sessão de autógrafos do livro “Antes do Ponto Final“. A obra é uma coletânea de contos, crônicas e poesias, reunidas a partir do IV Concurso Literário Mário Quintana e das oficinas de conto que aconteceram durante a segunda metade do ano passado e início deste. O projeto foi desenvolvido pelo Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal do RS- SINTRAJUFE.

Para o organizador, Caio Riter, “o livro é um espaço para as pessoas terem o texto publicado, além de ser uma oportunidade para disseminação do trabalho como escritor”. Para ele, “as oficinas servem também para os autores discutirem a própria produção e não deixa de ser uma oportunidade para aprimorar o trabalho”.

Já uma das colaboradoras do livro e participante das oficinas, Alina Souza, acredita que “o projeto serviu como um primeiro passo para a carreira de escritora”. Ela escreve desde os 11 anos, hoje com 19, diz que “as oficinas também são uma oportunidade para trocar idéias com outros escritores e desenvolver melhor a escrita”.

Livro

Livro

Na edição da Feira do Livro do ano passado, cerca de 600 exemplares foram assinados. Este ano, antes do final da sessão de autógrafos, mais de 800 livros já haviam sido retirados no estande posicionado na entrada do memorial do Rio Grande do Sul.

Antes do Ponto Final” tem a distribuição gratuita e pode ser encontrado no SINTRAJUFE,  que fica na rua Marcílio Dias, 660, em Porto Alegre. Vale à pena conferir.

O concurso
Procura-se uma jovem de dezoito anos, que circulava livre e feliz por uma vida adolescente-adulta a mais ou menos trinta anos atrás. Quanto aos dados físicos, os mais marcantes são: estatura média, magra, cabelos pretos, estilo chanel com franja. Se não optou por lentes de contato, os óculos devem esconder os olhos grandes, verdes e brilhantes. Uma característica é o nariz adunco, herança genética dos europeus do sul da Itália…

O trecho citado acima é da crônica “Procura-se e Gratifica-se”. O texto foi escrito pela professora da UNISINOS, Luiza Carravetta que ganhou o segundo lugar no IV Concurso Literário Mário Quintana, na categoria “crônica”. A premiação aconteceu durante o segundo semestre deste ano.

Para ela, a competição serviu de incentivo para publicar os textos que escreve. “Eu escrevo muito. O segundo lugar no concurso é uma prova de que tenho leitores e eles gostam do que escrevo. As pessoas se identificam com o meu trabalho”, reforça Luiza.

Beatriz Abuchaim

Beatriz Abuchaim

Com a obra “A-mulher-dos-ratos”, a psicóloga e escritora, Beatriz Abuchaim, foi contemplada também com o segundo lugar, mas na categoria “conto”. Para ela, o livro “serve como uma forma de divulgação da literatura, principalmente por ter a distribuição gratuita”. Além dessa participação no “Antes do Ponto Final“, Beatriz também já publicou um livro voltado para o público jovem. “Habitantes de Corpos Estranhos” reúne 15 contos que retratam o mundo adolescente. A obra foi lançada em 2007, pela editora Projeto e também pode ser encontrada na 54ª feira do livro de Porto Alegre.

Caco Barcellos na terra dos gaúchos

novembro 4, 2008 por jeronimosilvello

Paralelo as programações da 54ª feira do livro de Porto Alegre, também é possível encontrar uma série de eventos bem bacanas acontecendo na Capital. Hoje, por exemplo, o jornalista Caco Barcellos vai estar no Salão de Atos da UFRGS (avenida Paulo Gama, 110), no centro de Porto Alegre, para falar sobre “Cultura da Violência”.

As inscrições para a palestra que acontece hoje já foram encerradas, mas puderam ser feitas pelo site do evento. Apenas pessoas cadastradas e com mais de 18 anos podem participar.

Antes da palestra está programado um café de “boas-vindas”, às18h30, uma hora antes do início da conversa com Caco.

Caco Barcellos

Caco Barcellos

Atualmente, Caco Barcellos é editor e apresentador do programa Profissão Repórter, da Rede Globo. É o autor dos livros Rota 66 (2001), Abusado, o dono do morro Dona Marta (2003) e Nicarágua: a Revolução das Crianças (1982).

Quem está trazendo esse “profissional do jornalismo” é o projeto Diálogos Universitários. Uma Inciativa provovida pela empresa Souza Cruz e que surgiu em 2005 através de parcerias com diversas universidades do país. Desde que foi criada, a idéia já beneficiou cerca de 23 mil estudantes e jovens Brasil a fora. E para o segundo semestre de 2008, o projeto já tem uma agenda bastante variada. Confira!

O evento de hoje, como acontece em todas as edições, é gratuito e é pra lá que eu vou. Além de ter essa “aula” com um excelente profissional ainda vou aproveitar a oportunidade para fazer, em parceria com minha colega Michelle Raphaelli, um trabalho da cadeira de Jornalismo on-line que faço todas as terças-feiras à noite. O resultado da palestra, vou colocar aqui no blog.

Aguarde!

Livro do Cafezinho é um sucesso

novembro 3, 2008 por jeronimosilvello

Já no segundo dia de feira, mais de 200 exemplares foram vendidos e cerca de 300 pessoas passaram para colher assinaturas na sessão de autógrafos.

Mauro Borba, Arthur de Faria, Simone Cabral, Ramiro Ruschel

Mauro Borba, Arthur de Faria, Simone Cabral, Ramiro Ruschel

Na tarde deste sábado, 01 de novembro, quem passou pela Feira do Livro de Porto Alegre pôde participar do “Café Assinado”. Mauro Borba, Ramiro Ruschel, Arthur de Faria e Simone Cabral, participantes do programa Cafezinho, que tem duas edições diárias às 13h e 18h, na Rádio Pop Rock, reuniram-se na praça de autógrafos para assinar a edição de número dois do livro “Cafezinho Impresso”.

O exemplar reúne trechos do programa na versão impressa. E como se não bastasse, o leitor leva ainda para casa um CD com as melhores piadas do programa. No livro, é possível encontrar também um registro histórico do programa. Além disso, textos com os bastidores do estúdio para os leitores terem um pouco mais de informação sobre o que acontece no Cafezinho.

Mauro Borba autografando o livro

Mauro Borba autografando o livro

Para o gerente geral da rádio e apresentador do programa Cafezinho, Mauro Borba, “o sucesso do livro se dá em função do sucesso do programa. A soma das brincadeiras, entrosamento e por ser um programa diário que une informação com bom humor, garante o sucesso e a longevidade do Cafezinho”.

A sessão, que começou às 14h30, durou mais de uma hora e meia. Cerca de 300 pessoas formaram uma fila gigantesca ao longo da praça de autógrafos. Marisa Wolf, de 50 anos, é ouvinte de diversos programas da rádio. Ela foi uma das últimas a conseguir as assinaturas. Para ela, ter as duas edições do livro autografadas é “um prêmio de valor inestimável”. “Pelo autógrafo deles, sou capaz de tudo”, disse ela.

Já o ouvinte assíduo da rádio desde 98, Alexandre Barrocas, garante que ter o livro é “uma ótima oportunidade para relembrar as piadas e emoções que foram escutadas no passado”. Para ele, “o que é contado por outras pessoas, não tem a mesma graça. Só através do programa é possível se divertir de verdade”.

Segundo a responsável pelo estande da ULBRA na Feira do Livro, Michele Goncherenco, até às 16h deste sábado, a segunda versão do “Cafezinho Impresso” já havia vendido mais de 200 exemplares. A expectativa é de que, até o dia 16 de novembro, a segunda edição ultrapasse os mais de 2.500 exemplares vendidos da primeira edição, durante a Feira do ano passado.

livro "Cafezinho Impresso"

livro Cafezinho Impresso

O volume dois da obra pode ser encontrado no estande da ULBRA pelo valor de R$20, ou no preço promocional, que inclui a primeira e segunda edições, por R$30. Para quem ainda não comprou, fica a dica: com certeza vai dar boas gargalhadas com a leitura.

Ouça aqui o boletim feito na cobertura da feira do livro de Porto Alegre, com uma entrevista exclusiva com o Gerente Geral da Pop Rock, locutor e participante do cafezinho, Mauro Borba.

Frida Kahlo – “não sabia”

outubro 28, 2008 por jeronimosilvello

Demorou, mas chegou!

Eu estava evitando criar algum conteúdo que me relacionasse com a minha banda, mas não resisti. Até que demorou muito. Ao menos, uma seis ou dez aulas. Tentei conter meu impulso na tentativa de evitar este post, mas… aí está!

Recuperei um vídeo que editei na época que fazia o escravo estágio na TV UNISINOS. Era divertido, bacana, porém corrido. Quando sobrava um raro momento de folga eu o aproveitava para fazer o vídeo que foi postado logo em cima:

Show na calourada da unisinos – 2007.

Formação de palco: da esquerda para a direita

Marcelo Henrique – guitarra
Sandro Silveira – Vocal
Leandro Chites – bateria
Jerônimo Silvello – baixo

Opinião: Show bacana. Tivemso alguns contra-tempos para chegar na universidade e para passar o som, mas conseguimos cumprir o horário determinado. O público foi um dos maiores que a banda já tocou: cerca de 1500 pessoas.

De lá pra cá, muita coisa mudou. Mudamos o guitarrista. Andriel Cimino é o nome da nova peça que compõem a banda. Além disso, bem mais recente, estamos ensaiando cinco músicas novas. Vamos gravar nosso terceiro EP, em breve. O melhor ainda está por vir.

Abraço!